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Aos Conquistadores #madeinportugal: sucesso, originalidade e fé

por | 22 Março 2021 | Empreendedorismo

“Heróis do mar, nobre povo, 

Nação valente, imortal, 

Levantai hoje de novo (…)”

Ouço, ao fundo, o toque de despertador, por volta das 7 da manhã. Bem, na verdade, não é este o som do meu despertador, mas podia ser, já que todos os dias é esta uma das grandes missões. 

Escolher entre ficar na cama, quando o despertador toca, ou ficar na ronha, estamos já a tomar decisões. Todos os dias tomamos decisões. A todas as horas precisamos fazer escolhas, desde as mais pequenas, como escolher o que vestir, às maiores, como, por exemplo, “o que é que eu quero ser quando for grande?”. 

As decisões que tomamos contribuem para traçar o nosso futuro, portanto: boas decisões trarão sucesso, enquanto que más decisões irão gerar o inverso, o fracasso. 

Ao longo da história, a Humanidade tem-se dividido em 3 grandes grupos de pessoas: 

  • Os que fazem as suas escolhas por conta e risco, por meio da sua intuição, da sua autoconfiança, dos seus sentimentos e experiências;
  • Os que se guiam por opiniões de terceiros, por falta de confiança, timidez e falta de autoestima;
  • E os que combinam as suas escolhas por meio duma palavra maior, Deus, reconhecendo que Ele está acima de tudo e de todos. 

Recentemente, numa manhã de ronha e enquanto pedia aos céus por mais um dia de coragem, lembro-me de que, por um destes dias, aquando pesquisas pela internet, me deparo com a apresentação de um livro (já não me lembro do título) que dizia que, na opinião da autora, talvez o maior livro de empreendedorismo de todos os tempos seja a Bíblia Sagrada que, através dos seus heróis e das suas histórias esplêndidas em sabedoria, vem ao longo dos séculos, refletindo importantes ensinamentos que devem estar presentes no nosso dia a dia. Que é onde encontramos narrativas de homens e mulheres que alcançaram o sucesso mesmo diante de circunstâncias adversas, pois souberam fazer as melhores escolhas.

Recordo-me, por exemplo, do destaque à história de José, o escravo hebreu, que se tornou governador da maior potência mundial de sua época, o Egito. Lembro-me também de um outro livro, “O Zodíaco de Portugal”, de João Medeiros, que nos diz que “Portugal vai voltar a estar no centro do mundo. O Euro ou a Eurovisão de Salvador foram apenas os primeiros sinais.” 

Claro que, ao ter presente estes livros, é normal saltarem, do meu pensamento, perguntas: Como é que eles conseguiram? Qual foi a estratégia que aplicaram para conseguirem essa aventura que vai além das riquezas materiais? E ainda, será que isto tudo não passou de mera sorte, ou já estava predestinado ou, em parte, será que tudo não passa de uma lenda?

Foi, de imediato, um bom momento para parar por uns minutos e analisar em qual dos 3 grupos de pessoas estamos, nós portugueses, inseridos e temos vivido até hoje, e em qual queremos estar e fazer parte daqui em diante. 

“Momentos de ponderação e pensamento, de auto análise e correção de rota, entender o passado, contudo olhar para novas possibilidades de cruzar os oceanos, precisam-se!” – concluo. Não nos trarão apenas mais conhecimento, ou frases cliché que nos fazem ganhar “pontos” nas redes sociais, é certo, mas antes vão levar-nos a pensar de uma forma diferente e a adotar atitudes diferentes, até porque, sempre se ouviu dizer, que se continuarmos a pensar e a agir da mesma forma os resultados serão sempre iguais. 

Se já formos pessoas cujo sucesso ultrapassa a conta bancária, então estamos de parabéns! Não precisamos debater com ninguém, nem tentar comprovar que estamos no mar certo. As pessoas irão confirmar os resultados e, obviamente, irão querer saber qual é o nosso mapa. Iremos inspirar e iluminar outros à nossa volta, e é de pessoas assim que o mundo precisa: pessoas que vivem o sucesso e não somente falam acerca dele. 

É possível contarmos uma nova história, diferente da que estamos a viver, mesmo que ainda estejamos longe de onde desejamos chegar. Contudo, precisamos de nos organizar: 

  • É necessário trabalhar o nosso mindset e livrarmo-nos de crenças limitantes. Conhecermo-nos melhor e cercamo-nos de pessoas que também estão a procurar crescer
  • E precisamos abordar os problemas mais comuns na vida, de quem empreende e arrisca, e solucioná-los com dicas práticas e úteis. 

Acredito que os portugueses podem ainda conquistar novas histórias em muitos mares, e que o sucesso não é sorte, é atitude. 

Sucesso, vai para mais de uma conta bancária atrativa, tem a ver também com saúde física, mental e espiritual, se para tal tivermos visão, coragem e iniciativa. 

Aproveitemos as boas dádivas, cresçamos, prosperemos, compartilhemos, abençoemos outras vidas e conservemos a humildade. 

Bem-Hajam,

Sofia Neves
Fundadora da Treze – Arte Religiosa

Autor(a): Autor Convidado

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